O problema
Ninguém chega no consultório dizendo “isso é racismo”. Cabe a você saber reconhecer.
O olho humano tem um ponto cego real: a região onde o nervo óptico atravessa a retina não tem fotorreceptores. Você nunca percebe o buraco, porque o cérebro o preenche com o que parece plausível.
A clínica funciona igual. A lacuna não aparece como dúvida — aparece como uma explicação confortável já pronta. E o caso segue adiante sem que ninguém note o que ficou de fora.
No workshop
Você sai sabendo
-
Reconhecer
quando a questão racial está no centro do caso — mesmo que o cliente nunca nomeie assim.
-
Diferenciar
racismo de distorção cognitiva com critério clínico, não com achismo.
-
Abrir
o tema racial na sessão mesmo quando o cliente nunca trouxe isso primeiro.
-
Ampliar
quem você atende com segurança técnica, não só com boa intenção.
Quem conduz
Quem te chama pra essa conversa atende há quase 20 anos
Sou psicóloga há quase 20 anos. Comecei na Terapia Cognitivo-Comportamental, atendendo populações vulneráveis pelo SUS. Depois migrei para o Canadá e revalidei minha própria carreira do zero. Na prática, aprendi o que é ser lida pela raça antes de ser ouvida pela clínica.
Hoje sou referência em atendimento para brasileiros no exterior, mas não só. Minha lista de espera tem gente que me procura porque viu, num caso real, alguém capaz de diferenciar o que pode ser racismo do que não é.
Foi dessa experiência, não de teoria importada, que nasceu o meu método clínico autoral, o MAC.
Trajetória · Brasil → Canadá
-
01
SUS, Brasil
Terapia Cognitivo-Comportamental com populações vulneráveis
-
02
Canadá
Carreira revalidada do zero, na prática
-
03
CRPO, Ontário
Psicoterapeuta licenciada
-
04
Método MAC
Método clínico autoral, nascido da prática
Credenciais
Dez pontos que não valem sozinhos
Nenhuma explica a escuta sozinha. O que explica é a ligação entre elas.
- 01
Quase 20 anos de prática clínica
- 02
Membro do Canadian Counselling Association
- 03
Formação em TCC para minorias
- 04
Atuação no SUS com populações vulneráveis
- 05
Especialista em relações étnico-raciais
- 06
Psicoterapeuta licenciada pelo College of Registered Psychotherapists of Ontario (CRPO)
- 07
Membro da comunidade ForbesBLK (2026)
- 08
Lista de espera de pacientes
- 09
Referência em atendimento a brasileiros no exterior
- 10
Criadora do Método MAC
Você não precisa de fórmula pronta. Precisa de uma escuta adequada, seja qual for a raça de quem está na sua frente.
Margery Pimentel
Antes de se inscrever
Perguntas frequentes
Para quem é o workshop?
Para psicólogos, terapeutas e psiquiatras que já conhecem a teoria, mas travam na hora de trazer a questão racial para dentro do atendimento.
O workshop é gratuito?
Sim. É online, ao vivo, no dia 12 de setembro às 10h no horário de Brasília. A inscrição é gratuita e garante o link de acesso.
Preciso já atender pacientes negros para participar?
Não. O workshop trata de critério clínico: reconhecer quando a questão racial está no centro do caso e conduzir o tema com segurança técnica, seja qual for a raça de quem está na sua frente.
Como recebo o link de acesso?
Depois de se inscrever você entra no grupo de WhatsApp do workshop. É lá que o lembrete e o link de acesso são enviados antes do dia.
Inscrição
Sua vaga no workshop
Online e ao vivo, dia 12 de setembro às 10h no horário de Brasília. O link de acesso chega pelo grupo de WhatsApp.
- 12 set · 10h de Brasília
- Online, de onde você estiver
- Gratuito